A Tipologia e a Semiótica

Atualizado: 4 de nov. de 2021

Como vimos no conteúdo anterior, as fontes e tipos são carregados de significado e sentimentos. Vamos então entender como isso se aplica à mensagem que você deseja transmitir?

Hoje, quando pensamos em criar uma peça gráfica, seja ela qual for, precisamos fazer várias escolhas. Além do texto, precisamos pensar no tipo de fonte a ser utilizada, no tamanho das fontes, no destaque que pretendemos dar a uma ou outra palavra, no tipo de publicação, no público para o qual comunicamos, etc. São várias as questões que precisam estar em pauta no processo de criação de uma peça gráfica. Não é apenas o seu gosto pessoal como design que está em jogo, comunicar exige um profundo entendimento de contextos.


Pense por algum instante...



Que tipo de peça você está produzindo? É um cartaz? É uma peça de veiculação eletrônica? Será impresso? É para ser lido na mão? É para ser lido fixado em uma parede?


Quantas vezes você foi à um museu e ao chegar na exposição leu aqueles longos textos na parede sobre as obras que ali estavam expostas?


Seja sincero. Você leu? Você lê?

O texto fixado em uma parede exige uma disponibilidade muito maior para a leitura, portanto, pondere sempre quando for executar o seu trabalho.


E o tipo de fonte, a forma como ele é distribuído numa peça gráfica, o uso de cores e imagens, enfim, o conjunto da composição, não é importante para você? Tudo isso varia de acordo com o suporte e com o público.



Se você está criando uma peça para uma revista, tenho a meu favor alguns elementos que são características do meio "revista". Se sua criação é para um jornal, as características são outras. Se falamos de um veículo audiovisual, há ainda outras questões a serem elencadas, e assim por diante. Enfim, se for uma peça para um festival de música, é uma coisa. Se for para uma nota jurídica, é outra.


É importante nos atentarmos a cada ponto de vista.


Existem características de meios e existem características de públicos.




Como já vimos anteriormente, é preciso compreender que assim como as cores possuem significados segundo a cultura local, também as fontes (tipos de letras) trazem significações simbólicas para a sua escrita. As fontes com serifa, por exemplo, trazem uma simbologia de algo mais tradicional e refinado. Já as fontes sem serifa são mais leves e modernas como no logotipo do Facebook.


Já as manuscritas transmitem a sensação de delicadeza, cuidado e perfeccionismo.


Elas são ideais para títulos e outros detalhes, mas devem ser usadas com cuidado uma vez que são de difícil leitura. Um dos mais conhecidos deste tipo de fonte é o logo da Coca-Cola.



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Sou Guga Gonçalves, já ajudei mais de 500 empreendedores e profissionais liberais, de 78 mercados de atuação do Brasil, Austrália, Venezuela, Espanha e Estados Unidos a alavancarem suas empresas, marcas e negócios. 

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