Técnicas de Apresentação

Atualizado: 4 de nov. de 2021

Falar em público é uma habilidade essencial em qualquer organização e fundamental para partilhar o conhecimento adquirido nas áreas específicas de trabalho que cada um ocupa.

A comunicação precisa acontecer de maneira clara, objetiva e envolvente. Essas habilidades podem ser desenvolvidas com técnicas específicas e com a prática bem fundamentada.

A habilidade em técnicas de comunicação e apresentação passou a ser competência importante para profissionais de todas as atividades. Falar em público, seja para poucas pessoas ou plateias numerosas, tornou-se tarefa quase corriqueira, independentemente da posição hierárquica ocupada pelo profissional na empresa. Apesar de ser uma atividade cada vez mais frequente, poucos estão bem preparados para realizar uma boa apresentação. Qualquer pessoa pode vencer sua dificuldade para falar em público, utilizando as técnicas, e com isso poderá se expressar com eficiência em qualquer situação. Falar em público é uma “arte”. É preciso, além de passar uma informação, prender a atenção de seu público, divertí-lo e deixá-lo com vontade de ouvir mais. A oratória é um conjunto de regras e técnicas que podem ajudá-lo a fazer apresentações cada vez melhores.


Entretanto, para propiciar a construção do conhecimento, além de uma boa desenvoltura ao falar para o público, é necessário desenvolver técnicas de didática do ensino. Para ensinar não basta ser um especialista no assunto, é preciso saber ouvir, entender as necessidades do seu público, planejar, executar um plano de ensino e avaliar de forma contínua todo o processo. A maneira de como executar um plano de ensino também pode ser aprendida e aprimorada com a prática. Desenvolver essa arte é uma questão de aprendizado e técnica, portanto, necessita de muito treino! Muitas vezes pensamos que as pessoas mais extrovertidas já possuem uma habilidade natural, mas elas podem cometer erros caso não saibam controlar a sua fala e utilizar corretamente as técnicas.



O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA BOA APRESENTAÇÃO?

Pare para pensar: quais são as qualidades comuns aos palestrantes que mais chamam a sua atenção? Certamente você responderá: boa didática, conhecimento do assunto, boa dicção, entre outras. Claro que tudo isso é muito importante em uma apresentação, mas tem algo que é fundamental: entusiasmo! Fale sempre com energia, entusiasmo e com muita emoção, pois se não demonstramos interesse e envolvimento pelo assunto de que estamos tratando, não podemos esperar que os ouvintes se interessem pela mensagem, não é mesmo?

Lembre-se de que a emoção do orador tem influência determinante no processo de conquista dos ouvintes.

Embora sua apresentação, diante do público, deva acontecer como uma conversa, é necessário fazê-la com envolvimento e disposição. Isto é, deve ser uma conversa bem animada. Não se iluda, as pessoas só se envolverão com o tema de sua apresentação se demonstrar à elas que o assunto é importante para você. Pense nisso! Quando conseguir combinar a espontaneidade e o envolvimento, você se aproximará dos ouvintes com muito mais segurança e credibilidade. Um grande exemplo de comunicador cativante foi Steve Jobs. Ele transformou a exibição tradicional de slides, que é tediosa e lenta, em um evento teatral completo, com telas de fundo apaixonantes, além de heróis e vilões.

O mais interessante é que Jobs não possuía um dom natural. Ele trabalhou muito para isso e seu estilo melhorou muito ao longo dos anos. Ele conseguia transformar coisas aparentemente desinteressantes em histórias emocionantes referente a uma marca.



COMO SUPERAR O MEDO?

Você sabia que o medo de falar em público supera até o medo que se tem de morrer? Enfrentar uma plateia grande não é uma tarefa fácil. Para muitas pessoas é um desafio aterrorizante. O medo é um mecanismo natural de defesa que foi aperfeiçoado pelo homem desde os tempos mais primitivos. Naquela época, quando os homens saíam para caçar e se deparavam com um animal muito grande, fugiam para se defender. Em situações de medo há uma descarga de adrenalina que faz aumentar a pressão sanguínea, fortalecendo os músculos, nos preparando para uma fuga mais rápida. Hoje, quando sentimos medo, ainda sofremos uma descarga de adrenalina para que possamos nos movimentar mais depressa enquanto ela vai sendo metabolizada. Agora imagine a situação: vou falar em público: sinto medo e saio correndo. Não dá para fazer isso, não é?

Como não libero a adrenalina por meio da corrida, ela permanece um tempo maior no organismo e provoca a confusão que todos conhecemos: as pernas tremem, as mãos suam, o coração bate mais forte, a voz enrosca na garganta e até dá o famoso “branco”.


Existem três motivos para sentir medo, que são:

FALTA DE CONHECIMENTO SOBRE O ASSUNTO

Quando não conhecemos o assunto, ficamos com receio de esquecer algum dado importante ou até de que pareça alguém na platéia conhecendo mais do assunto do que nós, entrando em funcionamento o mecanismo do medo e, como consequência, a descarga de adrenalina para nos proteger.

FALTA DE PRÁTICA

Se não tivermos experiência no uso da palavra em público, teremos receito de fazer mal esse trabalho, entrando em funcionamento mais uma vez o mecanismo do medo.

FALTA DE AUTOCONHECIMENTO

Os registros negativos que recebemos: momentos de tristeza, de derrota, limitações, formam uma auto-imagem negativa, distorcida. Como consequência, ficamos com receio das críticas e julgamentos e começamos a imaginar que as pessoas passarão a censurar nossa apresentação. Conhecendo as causas do medo de falar em público, fica um pouco mais fácil combatê-lo:

CONHEÇA O ASSUNTO COM PROFUNDIDADE

É preciso conhecer muito bem o assunto para ter tranquilidade e falar com confiança.

PRATIQUE E ADQUIRA EXPERIÊNCIA

Aproveite as oportunidades de se apresentar diante das pessoas.

IDENTIFIQUE SUAS QUALIDADES

Aprenda a identificar suas qualidades: uma boa voz, presença de espírito, humor, vocabulário rico, entre outros recursos e ferramentas. Conhecendo suas qualidades e organizando suas competências e habilidades, você terá mais segurança para falar.

Para uma boa apresentação é preciso estar tranquilo e para isso a respiração é fundamental. Ela ajuda a controlar a ansiedade, pois oxigena o cérebro. Então, antes de iniciar uma apresentação, faça ao menos três respirações profundas. Você ficará mais calmo e transmitirá segurança aos ouvintes.

Não se esqueça da respiração também durante a apresentação. Ela deve ser pausada para evitar o atropelo das palavras.


O início da apresentação é o momento mais delicado e para contornar esses difíceis instantes iniciais, a pessoa deve começar a falar um pouco mais devagar e mais baixo para não deixar que sua instabilidade seja projetada. Não tenha pressa de iniciar sua apresentação. Você precisar ganhar tempo para se acalmar e queimar o excesso de adrenalina. Pequenas atividades como acertar a altura do microfone ou tomar um gole de água poderão dar os segundos de que precisa para ter um pouco mais de controle. Para não deixar transparecer o desconforto e a instabilidade emocional. Utilizando essas dicas, você minimizará o medo, mas ele não desaparecerá. Isso é muito positivo, pois poderá se transformar em energia positiva que irá ajudá-lo a falar com mais emoção.


VOZ

Você gosta de ouvir sua própria voz em uma gravação ou filmagem? Parece que ela não é nada parecida com a voz que estamos acostumados a ouvir quando falamos, não é? Por que será que as pessoas estranham sua própria voz nessas circunstâncias? Porque ela é diferente daquela com que estamos acostumados no dia a dia. Isso mesmo! Veja a explicação!

Quando falamos, as vibrações das cordas vocais ressoam na garganta e na boca, e são transmitidas ao ouvido interno pelos ossos da cabeça. Por sua vez, o ouvido interno vai transformá-las em impulsos elétricos e enviá-las para o cérebro, como em qualquer outro som. No entanto, a acústica do crânio reduzirá a frequência dessas vibrações ao longo do caminho e adicionará tons mais graves à elas, o que não é possível de ser feito com os sons vindos do ar. O resultado é uma voz mais limpa e mais suave do que a gravada (e bem menos aguda). Resumindo, quando você ouve sua voz gravada, está ouvindo a versão que contém apenas as vibrações que viajam pelo ar. Quando você fala, o som é uma combinação de vibração do ar e dos ossos.

Infelizmente a voz gravada é a que mais se parece com a voz que outras pessoas ouvem quando falamos. Por isso, é melhor se acostumar! Muito mais importante que a qualidade da voz é como você a projeta.

VOLUME DA VOZ

É preciso fazer uma avaliação do ambiente, assim que você chegar ao local da sua apresentação. Observe a que distância estarão os últimos ouvintes e se poderá utilizar um microfone. Em caso positivo, posicione-o na altura do queixo e afastado uns 10 centímetros da boca. Determine o volume de voz mais apropriado para o ambiente e procure usar um volume um pouco mais alto do que seria suficiente para que as pessoas o ouvissem, desde que não se sintam muito incomodadas, pois isso irá transmitir mais envolvimento e interesse pela mensagem.

A VELOCIDADE IDEAL

Não existe uma velocidade ideal para falar. O mais importante é que não mantenha uma velocidade de fala constante, pois isso vai adormecer sua plateia!

A velocidade depende da sua capacidade de respiração, da sua emoção, da maneira como pronuncia as palavras e do tipo de sentimento que pretende transmitir com a mensagem.

É importante fazer uma pausa ao concluir o raciocínio, pois dessa forma permitirá que as pessoas entendam e reflitam sobre o sentido da mensagem. Durante as pausas continue olhando para os ouvintes para não deixar quebrar a linha que prende você à eles. Ao continuar olhando para as pessoas durante a pausa é como se você estivesse repetindo em silêncio o que acabou de dizer. Ao concluir o pensamento, pronuncie as palavras com a inflexão de voz apropriada, para demonstrar que encerrou o raciocínio. Cuidado para não usar a inflexão de voz de encerramento quando ainda está no meio da frase ou de continuidade quando está encerrando. Esse comportamento pode atrapalhar o entendimento e desestimular a atenção. Depois das pausas mais prolongadas, fale com mais energia dando ênfase às primeiras palavras para demonstrar que naqueles instantes de silêncio você estava refletindo.

BOA DICÇÃO

A dicção é a pronúncia do som das palavras, das sílabas e das letras. Ela deve ser clara, precisa e deve ser educada, corrigida, tratada e aperfeiçoada. Quanto mais clara for a pronúncia das palavras, mais fácil será para que as pessoas entendam suas informações e mais credibilidade você terá na fala. Para melhorar a dicção, faça exercícios diários de leitura em voz alta. Um bom exercício é colocar um palito de sorvete na boca, preso entre os dentes e ler um texto em voz alta, procurando articular as palavras da maneira mais compreensível que puder. Tente fazer o exercício durante 3 ou 4 minutos todos os dias.

Outro exercício interessante é o trava-língua, uma espécie de jogo que consiste em dizer, com rapidez e clareza, frases com sílabas difíceis de pronunciar. O objetivo é conseguir falar todas as frases sem inverter as sílabas e nem emendar o final de uma palavra ao começo de outra.

VÍCIOS DE LINGUAGEM

Você é um daqueles que dizem “né” ao final de cada frase pronunciada? Esse recurso costuma ser utilizado quando o emissor quer destacar algo ou quando está inseguro e quer aprovação dos ouvintes. Cuidado, pois em excesso esse vício acaba comprometendo sua apresentação. Na verdade, além do famoso “né”, existem vários outros vícios que também prejudicam, e muito, a comunicação: "tá?", "ok?", "entendeu?" e tantos outros. Esses vícios vão se infiltrando devagarinho e você passa a usá-los sem perceber. Dessa forma, o primeiro passo para afastá-los é ter consciência da sua existência. Como posso fazer isso? Gravando uma apresentação. Ao ouvi-la, perceberá muito desconforto toda vez que surgir um vício e, em futuras apresentações, tentará evitá-los. É claro que isso não ocorrerá imediatamente, pois como é algo inconsciente, é difícil eliminá-los de uma vez. No entanto, com o tempo, você terá mais controle e conseguirá reduzir a ocorrência até eliminá-los.. Existe um outro vício que ocorre enquanto pensamos na palavra que utilizaremos. É o famoso “ããã”. Ele surge, pois nosso pensamento é muito mais rápido que as palavras. Para eliminá-lo é necessário ter paciência e esperar em silêncio que as palavras apareçam. Com o tempo você perceberá que o ruído começará a desaparecer.

EXPRESSÃO ORAL

Para que possa usar bem a expressão corporal, evite falar o tempo todo com as mãos nos bolsos, com os braços cruzados ou presos nas costas. Você deve evitar também ficar de lado ou de costas para ler slides ou conferir anotações, pois pode soar como falta de respeito ou despreparo. Crie o costume de olhar para o público enquanto se apresenta, pois você está no palco para dar atenção às pessoas. Observe também se não tem o hábito de esfregar as mãos, coçar o nariz ou a cabeça, ou qualquer outra atitude que possa desviar a atenção dos ouvintes.



CONTATO VISUAL

Não construa seu pensamento olhando para o teto! Olhar demais para o chão, para a parede ou para o horizonte, enquanto falamos, também é um grave erro de oratória. Faça com que as pessoas se sintam incluídas em sua apresentação, olhando na direção delas. Você não precisa olhar no olho de cada pessoa presente. Escolha alguns pontos da plateia e mova seu olhar de forma aleatória por esses pontos. O contato visual é muito importante, pois prende a atenção do espectador.

Aprenda a construir o pensamento para falar olhando na direção dos ouvintes, segure o olhar pelo menos 02 segundos em cada região da sala, de forma que todos ao final de sua fala se sintam olhados várias vezes.

Evite fixar o olhar em apenas uma pessoa enquanto estiver falando, isso incomoda e é um desrespeito para com os demais ouvintes. Se estamos emitindo um julgamento de índole negativa, quem está sendo olhado se sente acusado daquilo que estamos dizendo. Existe apenas uma situação em que fixamos mais o olhar em uma pessoa: quando alguém faz uma pergunta. Nesse caso, inicie a resposta olhando para essa pessoa, depois distribua o olhar um pouco e finalize a resposta em quem perguntou, como quem diz: respondido?!

GESTICULAÇÃO


Há dois erros comuns que precisam ser evitados na gesticulação. O primeiro deles é a ausência de gestos, pois os movimentos do corpo são importantes no processo de comunicação da mensagem. O outro, geralmente mais grave do que o primeiro, é o exagero de gestos. Provavelmente o resultado da sua apresentação será muito mais positivo se você for comedido nos gestos.

Quando for gesticular, faça movimentos suaves, de preferência acima da linha da cintura e procure alternar a posição dos braços, deixando-os em alguns momentos ao longo do corpo, em outros gesticulando apenas com um deles, e às vezes com os dois. Assim, você terá uma postura mais natural.

Evite demonstrar insegurança, cruzando os braços, colocando as mãos nos bolsos ou segurando-as atrás do corpo, esfregando ou apertando as mãos. Outro hábito que também atrapalha a apresentação é ficar coçando o nariz ou a cabeça e segurando a ponta da camisa.

RECURSOS VISUAIS

A tecnologia tem contribuído para melhorar a qualidade das apresentações. Mas é preciso cuidado: o exagero de recursos pode desviar a atenção da plateia. A cada dia novos produtos revolucionam o mundo das apresentações, tornando-as mais bonitas, interessantes e eficientes. Por isso, você precisa dominar e estar sempre atualizado com os equipamentos e recursos que a todo o momento são lançados no mercado. É importante saber que o recurso audiovisual não deve atrapalhar – nem anular - a presença humana do comunicador. Daí a necessidade de aprender a utilizá-los como auxiliares e não como protagonistas de nossas apresentações.

Evite exagerar no uso de sons, cores, movimentos e imagens, pois isso pode tirar o foco do assunto tratado e dispersar a atenção. Por isso, atualize-se e acompanhe as novidades, mas não exagere.

PARA QUE SERVEM OS RECURSOS VISUAIS?

Devemos usar recursos visuais em todas as apresentações? A resposta é não. O uso dos recursos não é algo obrigatório. O emissor deve considerar o contexto e o conteúdo do assunto para decidir. Quando a decisão for pelo uso, lembre-se de que os slides devem contribuir para o desenvolvimento das ideias e nunca para confundir a plateia. Recursos visuais bem feitos ajudam muito na compreensão das ideias, mas não salvam apresentações ruins. Se sua apresentação não estiver adequada às necessidades do público e você não estiver bem preparado, você não atingirá seus objetivos.


O QUE DEVO EVITAR EM MINHAS APRESENTAÇÕES?

É difícil se concentrar em slides com excesso de textos, afinal a informação mais consistente deve ser repassada de forma verbal, dinâmica e explicativa, quando a abordagem não é presencial. Além disso, esse formato, quando sem o uso de imagens, não tem o mesmo impacto nas emoções de sua audiência. Uma apresentação bem elaborada é de extrema importância e, para isso, o uso de imagens é fundamental. Isso porque muitas pessoas são visuais na concepção da informação e, por isso, esse artifício auxilia na retenção da atenção de seu público, além de favorecer o palestrante durante a exposição da informação. Sendo assim, o uso de imagens e ilustrações deixa a audiência mais curiosa e atenta ao assunto apresentado. O uso correto de imagens permite uma maior compreensão do público para com o tema retratado durante a apresentação. Além disso, contribui para dar credibilidade aos assuntos abordados, pois nada como “ver para crer”. Sendo assim, é necessário incluir em suas apresentações imagens associadas ao conteúdo trabalhado, compondo uma percepção visual dos assuntos abordados. Além disso, elas precisam ter uma alta resolução, para que não deixe um aspecto de informalidade ou aparente um trabalho amador.

Atente-se também ao equilíbrio necessário entre as imagens e os demais elementos da apresentação, evitando que haja uma poluição visual e, assim, a sua apresentação cause um efeito contrário. Cuidado com as questões sobre direito de uso de imagens. Não adianta também sair coletando qualquer imagem na internet. O ideal é utilizar um banco de imagens ou pedir a autorização do dono delas. Nesse caso, sempre cedendo o crédito a quem é de direito. Talvez você ainda esteja pensando que nada disso é necessário. Que basta procurar algumas imagens, utilizar templates (temas) prontos disponíveis em alguns programas básicos, inserir conteúdo e você terá a apresentação ideal. Mas esse caminho pode levar ao erro, preste atenção nas necessidades e veja a importância do uso de imagens. A competição exige que você inove e use recursos originais, que possibilitem cada vez mais a interação entre o que está sendo dito e o que está sendo exibido.

IMPREVISTOS

Por mais que você se prepare para realizar uma apresentação, é natural que ocorram alguns imprevistos, como a internet ficar fora do ar ou até mesmo um computador que não abre o arquivo da sua apresentação.

Para evitar que situações assim influenciem na qualidade da sua palestra, é muito importante que você esteja preparado para lidar com cada um desses imprevistos.

Por isso, além de salvar a sua apresentação na nuvem, seja pelo Google Drive ou por outro serviço, é muito importante que você leve os slides salvos em seu pen drive em formato .pdf, .ppt e outros formatos de apresentação.

Assim você evita que os imprevistos prejudiquem o sucesso de sua palestra e mostra a sua versatilidade para superar problemas.

1) ANTES DE PREPARAR UMA APRESENTAÇÃO É NECESSÁRIO VERIFICAR OS SEGUINTES PONTOS:

Quem é o público alvo? Para quem você irá falar, qual é o seu tipo de público?

2) QUAIS SÃO AS NECESSIDADES DO PÚBLICO ALVO?

É interessante levantar as necessidades do seu público antes do evento, o que eles mais desejam aprender/saber sobre determinado assunto?

3) ESTUDO DETALHADO DO ASSUNTO A SER TRABALHADO

Prepare cuidadosamente o assunto, pois grande parte do sucesso da sua apresentação depende da qualidade e profundidade com a qual o assunto será abordado.

4) PREPARAÇÃO PRÉVIA DA APRESENTAÇÃO

A apresentação em Power Point, retroprojetor ou até com cartazes, deve ser preparada com pelo menos dois dias de antecedência. É sempre interessante revisar a apresentação para que não passem erros ortográficos ou complementar alguma informação que passou despercebida.

5) PREPARAÇÃO DO AMBIENTE: AUDITÓRIO, SALA DE AULA

O local onde será realizada a apresentação precisa ser organizado para que os participantes encontrem um ambiente propício ao aprendizado.

6) PREPARAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS: DATA SHOW, LASER POINTER

São equipamentos que costumam prejudicar a apresentação quando não são testados com antecedência. Procure resolver qualquer falha técnica pelos menos antes da apresentação.

<